A opinião do Papa Paulo VI sobre Garabandal

10-03-2011 01:43

Com data de 7 de Novembro de 1968, sua santidade o Papa Paulo VI confiou ao Padre escalada, S.J., da Legión Blanca, o seguinte:

 

 

“Garabandal é a mais bela história da humanidade, depois da vinda ao mundo de Nosso senhor Jesus Cristo; é como que uma segunda vinda de Nossa senhora, vivida na terra”.

 

Isto demonstra, com toda a clareza, o carinho com que o Santo Padre apreciava estas aparições. É muito, e bem importante, o que estas palavras querem dizer; são extraordinariamente importantes, por terem sido pronunciadas pela mais alta hierarquia da Igreja Católica.

 

 No dia 19 de Janeiro de 1966, o mesmo Papa Paulo VI, ao concluir a audiência pública, deteve-se diante de um grupo em que se encontrava Conchita. Primeiro, fez com que se retirasse para o lado o Cardeal Nassilli Roca, que estava diante de Conchita; e, seguidamente, abençoando-a, repetiu as mesmas palavras que lhe havia dito, ao recebê-la, no dia anterior. Isto foi bem significativo, por ter sido em público.

O silêncio de Conchita, sobre o assunto tratado com o Santo Padre, não nos permite dizer algo mais sobre esta importante entrevista, e precisamente pelas reservas que continua guardando a vidente. É lógico pensar que Conchita terá também dito ao Papa o que, na véspera, havia dito ao seu confessor, a respeito do Milagre.

Em Agosto de1992, o Padre Combe recebe uma carta do Vaticano, remetida pelo Cardeal Ratzinger, em que lhe agradece as informações que lhe havia enviado a respeito das Aparições de Nossa Senhora do Carmo de Garabandal, em Espanha.